Testemunho fiel

Cantando: "... quer nas lutas, quer nas provas, a igreja sempre caminhando...", no próximo dia 26, a comunidade anglicana da Diocese do Recife, que se estende por todo o Nordeste, efusivamente comemorará o 1º Aniversário da Sagração de D. Filadelfo Oliveira Neto, carinhosamente apelidado de D. Filal, bispo sufragâneo, uma espécie de bispo auxiliar.

Natural de Garanhuns, interior de Pernambuco, desde cedo dedicou-se ao serviço do Senhor na Igreja. No Seminário Presbiteriano Independente em São Paulo, teve o primeiro contato com o Anglicanismo, sua teologia, seu ethos e sua liturgia. Vindo morar em Recife, optou pelo anglicanismo e foi confirmado na Catedral da Santíssima Trindade, concluiu seus estudos teológicos no Seminário Anglicano do Recife.

Ordenado Diácono em fevereiro 1999, presbítero em outubro do mesmo ano. Nomeado secretário executivo diocesano em outubro de 1999. Em março de 2000 foi designado como arcediago da Paraíba e Rio Grande do Norte, onde desenvolveu o trabalho de acompanhamento e de estabilização da igreja na região. Em março de 2001, assumiu o arcediagado do Litoral Sul da Diocese, que se estende de Boa Viagem - Recife- PE até a Ilha de Itaparica, BA. Leciona Aconselhamento Pastoral, História da Igreja Anglicana no Brasil e Cânones e Administração Eclesiástica no Seminário Anglicano de Estudos Teológicos em Boa Viagem, foi membro da Comissão Diocesana Bilateral de Intercâmbio e reitor da Paróquia Anglicana do Bom Samaritano.

Em dezembro de 2001, foi eleito bispo sufragâneo da Diocese Anglicana do Recife e sua ordenação e sagração aconteceu em 28 de abril de 2001. Seu ministério tem sido pastorear o rebanho, junto com o bispo diocesano D. Robinson Cavalcanti, de quem é amigo e companheiro em todas as lutas. É membro da Ordem Evangélica de Sto. Estevão. Para muitos clérigos e seminaristas é um verdadeiro Pai em Deus, seus conselhos abalizados, seu carinho e, sobretudo, sua sempre presente atenção, retratada em seu abraço carinhoso e largo sorriso, faz com que ele seja amado e respeitado, pelo que a igreja agradece a Deus pela vida de seu pastor. Eu, teólogo menor, periférico e pecador, vi e dou testemunho. Jocelenilton Gomes - Recife

Diário de Pernambuco Edição de Quinta-Feira, 24 de Abril de 2003

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